Jingumae walk

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16 days in japan series

This was another day that we decided to take it easy, but walk around a bunch. We started in Jingumae, early in the morning when the traffic was still low, there was almost no one around, and the temperature was still bearable.

One of the things still in our bucket list was to visit the Ghibli museum so we headed to the closest Lawson, where they sell tickets in automated kiosks. But unfortunately, tickets were only available 2 days from then and we already had plans, so hey — yet another excuse to go back once again, right?

Carrying a few Lawson snacks in our hands we went down the street just a little before turning to Togo shrine. Surrounded in a beautiful garden in the middle of busy Harajuku, it’s somewhat secluded which makes it even more precious and sheltered from the sometimes crazy neighbourhood that holds it — a very peaceful and quiet retreat indeed.

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In stark contrast, once you leave the sacred grounds, you’re in the middle of the bustling commotion that is Takeshita — Harajuku’s main street — which is known for alternative fashion styles and shopping in general. In the same consumerist spirit that plagues a good part of Japan, Lena wanted to buy a pair of Nike shoes around the corner so we could do some real walking and explore in comfort.

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Specifically we were in search for one of the best ramen shops in Tokyo in the Shibuya area. We’d heard a lot about it and as fans of Tonkotsu-style ramen (porky, fatty, cloudy delicious broth), we had to try it. We decided to take as many shortcuts as possible and after a while found ourselves in narrow and idyllic streets that were really peaceful but, at the same time, right in the middle of one of the busiest areas in Tokyo.

This is strange to imagine I’m sure, but it’s also the norm in Japan. Even though you’re in the biggest metropolitan areas in the world, where the clock and people just don’t stop 24/7, you can always step a bit to the side and enjoy some quiet time in a secondary street.

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The ramen shop we were looking for was closed for remodelling, so we had to walk a bit more and ended up having lunch at the very first spot we had ramen at the previous year. Ordered a few gyozas, a big cold beer, filled our cups with oolong tea, and ate some spicy bamboo shoots while waiting for the main dish. In a matter of minutes we were slurping away like there was no tomorrow — fantastic little place.

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After that big lunch we slugged our way around Shibuya where we saw a real-world version of Mario Kart: people in accurate attire and with matching karts driving through the busy streets, alongside the usual pimped-out cars in this district. No banana peels, though.

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After a quick bowling session, we headed towards Jingumae again through a street we didn’t know about, linking Shibuya and Harajuku. Takeshita is interesting and all, but this was another level of chic, unique and classy boutiques and shops, lined one after the other, ending up in Omotesando. Small gardens and green areas, little corners, even smaller shops, paintings and brands, unique fashion statements, etc. ±0 was one of the highlights; such a narrow shop, but with the greatest architecture and interior design elegance I’ve seen.

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Dinner was back in Harajuku, in a small yakitori place that had gotten our attention a few days earlier, but no english-speaking staff. Unfortunately I didn’t bring the camera, so a description will have to do: grilled chicken breast, crispy skin, wings, liver, fried chicken, stuffed mushrooms, avocado salad, and beer. Lots of beer. So much beer that we decided to travel to Osaka the next day to visit Universal Studios. Don’t drink and make decisions, especially if they involve getting up before 5 am the next day.

Moi

The final shot

Hi there, welcome to my blog! I'm Filipe Varela, a designer at Automattic, and am passionate about photography and video. In this site I post photos from my journeys and daily ramblings — in sum, a slice of life. Browse through the archive or check the homepage for the latest posts.

  • You have to go back! I was so happy when i read the word ‘Ghibli’ just to find out, a couple below that, that you couldn’t make it there… You have to go back, I want to see it… :-D

    • Oh yeah, and since then we saw the documentary about Miyazaki, so we’re even more excited about seeing the real thing.

  • Tiago

    Parabéns pelas fotos antes de tudo! Já tinha seguido o vosso website o ano passado com muita devoção e só agora descobri o teu blog e da tua namorada com esta nova aventura e mais outras fotos fantásticas.

    Eu e a minha namorada vamos no próximo ao Japão na altura de Hanami (finalmente!), e sempre que vejo fotos tuas das comidas fico maravilhado. Como é que encontram estes lugares? Estes restaurantes que vocês foram, foram pesquisados antecipadamente em algum site (tipo tripadvisor) ou simplesmente entram em qualquer restaurante que pareça ter boa comida? Ou simplesmente no Japão todo o restaurante acaba por ser fantástico? :D

    Podes responder em inglês se quiseres, no caso de alguém internacional esteja interessado, só não escrevi em inglês por preguiça, já me chega a dose de inglês pelo trabalho :D

    • Hey Tiago, desculpa a demora na resposta. Falha nossa não fazer a ligação, mas realmente já tínhamos os blogs pessoais antes, e o 19 Days foi mesmo um “projecto” solto. Fico contente que os tenhas encontrado e passado os olhos nos novos posts. :)

      Ainda mais contente fico de vocês irem ao Japão, vão adorar. Das duas viagens só planeámos com antecedência os vôos (este último ano ficou muuuito mais barato), os JR Passes (caro, mas obrigatório!) e estadias.

      Honestamente, opções de comida é que coisa que não vos vai faltar, e diria mesmo que é a menor das preocupações. Todo o Japão está cheio de sítios com muito boa comida, e eu até diria que é complicado encontrar um sítio que não seja de bom para cima. A comida para eles é um bem essencial e Tokyo deve ser a zona urbana com maior concentração de restaurantes do mundo, portanto é explorar e sentar no primeiro sítio que vos pareça bem.

      Foi isso que fizemos a grande maioria das vezes, e é sempre uma experiência inesquecível entrar num restaurante cheio de locais, só com menu em Japonês, apontar para um prato e dizer “são dois destes”. Só essa interacção torna logo a refeição melhor. Além disso, a maior parte dos restaurantes tem menus com imagens ou modelos em plástico à entrada.

      Dito isto, andámos à procura dos melhores ramens da cidade (como aliás falei neste post) e uma vez fomos mesmo a um que encontrámos numa lista da Timeout Tokyo, o Tsukemen Gachi — https://mutelife.com/2015/03/batting-in-tokyo/ — e uma outra vez que procurámos um sítio para comer um Tonkatsu original — http://19daysinjapan.com/see-you-later-toyko/ . Tirando esses dois foi mesmo explorar e degustar! :)

      • Tiago Silva

        Ei obrigado pelo o grande texto ;)

        Estou mesmo a ver que comida é o menor dos nossos problemas. Eu sempre que viajo raramente vou a restaurantes, costumo ir apenas uma vez a um restaurante típico da cidade ou país e de resto compro comidas no supermercado. Mas no Japão obviamente que vamos ter que ir quase sempre ao restaurante tendo em conta que tudo parece demasiado apetitoso. Mas parece-me que a comida de supermercado no Japão não parece desiludir, não é como aqui na Alemanha que é só sandes cheias de molho esquisito ahah

        Mas obrigado novamente pelas dicas, se calhar vamos dar um saltinho esse ramen place.

        Mas pronto, desculpa se te chatear muito num futuro próximo ahah ^_^

        • Façam o que fizerem em relação à comida vão ficar bem servidos de certeza. Dezenas de refeições que fizemos nós em lojas de conveniência (7-Eleven, Lawsons, etc.) que têm uma oferta de comida pronta barata como nunca vi. Noodles com carne e ovo por 3,50 euros; peito de frango acabado de fritar por 1,20 euros; a lista não acaba.

          A palavra “restaurante” pode ser um bocadinho exagerada para a maior parte dos sítios onde comemos. Muitas eram uma sala com um balcão de cada lado da parede e uma máquina automática para escolher os pratos lá fora. Isto para dizer que é possível comer BEM nesses “restaurantes” por 3,50~6,50 com sopa, prato principal (carne/peixe com arroz e vegetais), bebida, e pickles. Ramen sobe para os 7,50~9 euros, mas ficávamos cheios durante algumas horas. :)

          Esse spot de ramen é muito nice, mas o primeiro que fomos é muito bom, barato qb e fica numa localização excelente para conhecer Shibuya: https://www.google.pt/maps/@35.659009,139.698081,3a,75y,149.96h,95.72t/data=!3m7!1e1!3m5!1srLnxBE5o7x4AAAQXID1-Yw!2e0!3e2!7i13312!8i6656!6m1!1e1?hl=en

          E força, ajudo no que puder com o maior dos prazeres! :D

          • Tiago Silva

            Obrigado novamente pelas dicas :D

    • Ah, e mais uma cena… Não tenham medo de comer em spots dentro de estações de comboio porque são os grande hubs comerciais deles e encontram de tudo uns pisos abaixo de terra. Normalmente nestes sítios até é mais fácil escolher porque têm vários directórios de restaurantes/bares com os logos e fotografias dos pratos representativos, espalhados pelas estações. Para além de restaurantes, também há centros comerciais gigantes, com secções de supermercado, como refeições preparadas — bento boxes, peixes, carnes onigiris, sushi, doces —, tudo dividido por bancadas.